domingo, 19 de agosto de 2012

10 Fatos sobre o holoconto


1. Em 1939, existiam 15.700.000* judeus no mundo. Depois da Segunda Guerra Mundial, este número havia atingido a cifra de 18.000.000**. O que significa que dos 15.000.000 de judeus originais no planeta antes da guerra, 6.000.000 foram gaseados, ficando vivos 9.000.000. Portanto, a população judaica do planeta foi capaz de crescer e dobrar dita população em menos de nove anos! Semelhante milagre astronômico surpreendeu tanto os biólogos como os médicos de crianças em todas as partes!

2. De bom princípio se falou de SEIS MILHÕES, dos quais 4.000.000 haveriam sido "gaseados" em Auschwitz. De repente, em 1990 se descobriu que só haviam sido 1,5 milhões os gaseados em Auschwitz, uma diferença de 2,5 milhões sem dar a menor importância e troca a cifra na placa do monumento das vítimas. Mas curiosamente, a cifra mágica de SEIS MILHÕES permaneceu, apesar de que não se encontrou cifra alguma que substituísse os não falecidos de Auschwitz. Os caminhos do "politicamente correto" têm suas próprias leis, como é sabido…

3. Ao mesmo tempo, o Diretor do Museu de Auschwitz, o polaco Dr. Franciszek Piper, anunciou que as assim chamadas "câmaras de gás" haviam sido construídas pelos soviéticos DEPOIS da guerra!

4. Mas há mais. A Cruz Vermelha Internacional, que teve acesso aos mesmos e os inspecionaram, informou que haviam falecido unicamente 300.000 pessoas das mais diversas nacionalidades nos campos alemães, e pelas mais diversas causas, incluindo tifo, velhice e morte natural. De todos eles apenas a metade eram judeus (uns 150.000). A maioria deles faleceram por causa das epidemias de tifos desencadeadas com a destruição das infra-estruturas alemãs por causa dos bombardeios de destruição massiva aliados, que causaram muitas vítimas, incluindo não só as de muitos presos, mas também as de enfermeiras, médicos e do pessoal da administração dos campos.

5. Mas inclusive estas mortes eram muito para as autoridades alemãs, fosse por humanidade ou porque matavam os trabalhadores necessários em época de guerra (como se sabe, pertence ao gênero idiota de matar os trabalhadores que se precisam), em 8 de Dezembro de 1942, Heinrich Himmler, responsável supremo de todos os estabelecimentos dos prisioneiros, fez chegar à todos os centros de internamento uma ordem taxativa, ameaçando as autoridades responsáveis: "O índice de mortes nos campos deve ser reduzida a qualquer custo".

6. Em todos os territórios da Europa ocupada pelos alemães não haviam mais de 2.4 milhões de judeus. Mas depois da guerra 3.8 milhões de judeus "sobreviventes" pediram indenizações econômicas ao governo alemão. Uma tragédia, os restos dos 6 milhões haviam se perdido pelo caminho.

7. Foi um milagre. De acordo com o "New York Times" do Domingo, 4 de Janeiro de 1987, o celebrado sobrevivente Elie Wiesel recordou pessoalmente "o dia em que os soviéticos chegaram à Auschwitz". Mas em outro discurso na Associação da Imprensa Nacional em Washington D.C., reproduzido pela Agência Telegráfica Judaica em 11 de Abril de 1983, tinha recordações totalmente diferentes, já que afirmava que ele "era um dos sobreviventes do campo de Dachau, libertado pelo exército norte-americano" em 15 de Abril de 1945. Assim, se converteu no único prisioneiro da guerra com a discutível distinção de haver sido libertado duas vezes em dois campos diferentes durante a II Guerra Mundial…

8. Não podemos esquecer de recordar que o famoso "caçador-de-nazis" Simão Wiesenthal morreu serenamente à idade de 96 anos, apesar de haver sido, segundo a BBC-News, sobrevivente (isto é, um superman, que sobrevive a todas as tentativas de gaseamento) de 12 campos da morte… (é, "há judeus que são difíceis de matar, outros parece que não morrem nunca...")

9. Em 1948 apareceu uma história de uma pobre garotinha judia indefesa, assassinada pelos "Nazis". A história havia sido escrita por essa 
garotinha à caneta, um instrumento que não se comercializou senão nos anos posteriores ao fim da guerra. Como se chama? Ah, sim, "O Diário de Ana Frank", que nestes dias é festejado inclusive publicamente pela Prefeitura de Ripoll (cidade de Girona que conta com um precioso e conhecido Monastério, por acaso se alguém não o visitou).

As crianças de Ripoll provavelmente não teriam uma educação "ultra-desenvolvida" se alguém não lhes pusesse à disposição esta story (que não é History). Sobre esta questão podem ler uma Carta periódica minha anterior, um resumo sobre as injúrias e rumores sem sentido que me custou, ai de mim!, uma sentença de cinco anos de prisão… Decididamente, há que ter em conta o "politicamente correto", não?

10. Pois bem, quando começou este negócio dos SEIS MILHÕES? Temos de voltar a um tal Illya Ehrenburg*, um simpático judeu de cara amargurada, Chefe da Propaganda Soviética durante a II Guerra Mundial (o mesmo que ameaçava as tropas do Exército Vermelho para que estuprassem dois milhões de mulheres alemãs) que mais tarde viveu e morreu em Israel, que criou esta cifra famosa em 22 de Dezembro de 1944, isto é, ANTES de que à dezenas de milhares de judeus internados, em Janeiro de 1945, as autoridades alemãs oferecessem a possibilidade de escolher entre serem "libertados" pelos comunistas ou marcharem em retirada com seus carcereiros "nazis". O que fizeram a maioria dos presos de Auschwitz, dentre eles Ana Frank e seu pai Otto Frank diante da chegada dos "libertadores"? Não perderam tempo, decidiram marchar-se com os alemães…



* The American Jewish Committee cita uma cifra de 15,688,259.

* New York Times de propriedade judaica, de 22 de Fevereiro de 1948, usa a cifra de 18,700,000.

* Quando a Cruz Vermelha entrevistou milhares de prisioneiros libertados no final da guerra, perguntando-lhes se haviam visto "câmaras de gás", a resposta foi universalmente negativa. De acordo com o Documento da Cruz Vermelha IRC Document #9925, de Junho de 1946: "Os detentos próprios não falaram disso".

* Em seu livro Legend of Our Time, New York, 1982, The Weasel explica: "As coisas não são tão simples, Rebbe. Alguns acontecimentos ocorrem apesar de que não sejam verdade; outros o são apesar de que jamais ocorreram".

* As monstruosas mentiras deste psicopata tiveram êxito ao criar um ódio anti-alemão que provocou a morte brutal de milhões de pessoas. Tenho aqui um exemplo típico, extraído de um panfleto promovendo o ódio entre as tropas soviéticas para a população civil de Outubro de 1944 dirigido ao Exército Vermelho: "Matem! Não há ninguém inocente na Alemanha, nem entre os vivos nem entre os por nascer. Sigam as palavras do camarada Stalin e vamos humilhar a besta fascista em sua toca. Quebrem o orgulho racial da mulher alemã, peguem-la como vossa presa legítima. Matem, bravos soldados do glorioso Exército soviético".

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