terça-feira, 2 de outubro de 2012

O Brasil sulista no NS

Primeiramente há que deixar bem claro que somos Nacional Socialistas, não ‘nacional sociais’. O Fascismo pode ser um ‘nacionalismo-social’; o franquismo pode ser um ‘nacionalismo-social’; a extrema direita, de Piñar a Ynestrillas, pode ser (e é) um ‘nacionalismo-social’. Mas nós não somos fascistas, nem franquistas nem mesmo de ultra-direita. Compartilhamos com eles alguns valores essenciais, não vamos negar (como costumam fazer eles quando se referem a nós), mas nós não somos ‘nacionalistas-sociais’ senão nacional socialistas, fazendo se notar o matiz que nos diferencia: em nossa definição ‘nacional’ é adjetivo e ‘socialista’ é substantivo.
Nosso Socialismo se caracteriza por três coisas:
1- A proeminência absoluta dos direitos e interesses da comunidade sobre quaisquer outros direitos ou interesses particulares ou de classes.
2- A liquidação da usura, a exploração e a servidão do interesse do dinheiro.
3- A supressão da sociedade de classes, baseada no poder aquisitivo dos indivíduos e sua substituição por uma sociedade de castas baseadas no valor do serviço e trabalho.

Nosso Socialismo é por tudo isso totalitário, trabalhista e hierárquico.
Totalitário porque concebe tudo dentro da comunidade, nada fora da comunidade, nada contra a comunidade. Trabalhista porque seu fundamento é o trabalho e seu protagonista o trabalhador, e nunca o dinheiro, o berço ou o privilégio.
Hierárquico porque não admite de jeito nenhum a igualdade dos homens senão sua elevação em função de sua vontade de trabalho e sua eficácia de serviço à comunidade.
Nossa adjetivação ‘nacional’ se define também por três coisas.
1- A consciência racial, pela qual a raça é o fundamento de toda estrutura comunitária política.
2- A identidade étnica, sobre a qual se constrói a organização administrativa do Estado.
3- O patriotismo , pelo qual se reconhece e se ama, como patrimônio sagrado, os valores identitários que caracterizam um povo. Nosso conceito nacional é, portanto racialista, identitário e patriótico.
Racialista porque reconhece e estima a existência e diversidade das raças humanas, declara-se com orgulho pertencente a uma raça determinada e considera negativa a mistura que implica seu desaparecimento.
Identitário porque reconhece, respeita, estima e defende a diversidade étnica dos povos de cada raça, com suas próprias regiões de afinco, suas línguas vernáculas, suas instituições tradicionais e seus símbolos históricos.
Patriótico porque proclama como valor espiritual a herança cultural e material que recebeu de seus ancestrais e está disposto a lutar pela sua proteção, defesa e continuidade.
Aplicação dos conceitos Nacional socialistas à idéia do Brasil Sulista:
1- O Brasil Sulista não é uma idéia metafísica, é uma espécie de deusa eterna à qual há que servir e adorar derramando sangue e cantando hinos.
2- O Brasil Sulista é gente, homens e mulheres, carne e sangue, tradições e costumes, paisagens, povos e línguas, todos eles variados, diversos e polícromos (natureza). O Brasil Sulista é algo material que pode se ver, tocar e medir.
3- O Brasil Sulista é um emaranhado de problemas históricos, políticos e sociais desde sua conquista pelos italianos e alemães até as guerras que teve ao longo de sua história, que posteriormente no poder será tudo resolvido nacionalmente. E Isto nada mais é do que um invento de literaturas e historiadores obcecados em suas masturbações mentais.

O Brasil Sulista é uma realidade geográfica, antropológica e histórica. E situando estas realidades nessa mesma ordem nos dá como resultado o fato político que será uma conseqüência destas três premissas, e nunca o contrário.
O Brasil Sulista como conceito geográfico é para nós NS todo o território BRASILEIRO SULISTA em poder dos nacionalistas arianos sulistas.
O Brasil Sulista como conceito antropológico é de origem européia com alguns costumes parecidos mas não iguais, com suas línguas típicas, seus costumes ancestrais e sua própria simbologia tradicional.
O Brasil Sulista como conceito histórico é um processo que começa com uma proto-história romana e alemã, e chega até nossos dias através de todo o tempo decorrido com muitos "fatos históricos".
A soma de terras, homens e história formam a entidade política brasileira sulista e ariana de origem européia. Isto, e só isto, é (e será) O Brasil Sulista ariano, e não as alucinações messiânicas de alguns iluminados.
O Brasil Sulista como entidade política é para nós NS um pacto e um projeto que se mantêm, renova ou muda ao compasso dos acontecimentos mundiais e das necessidades e interesses coletivos. Um pacto de fidelidade e apoio mútuo em defesa da segurança, da integridade e da liberdade de todos e a cada um dos povos do território comum que compartilhamos.
Um pacto tácito de afeto e afinidade pelo andamento secular que percorremos juntos e um pacto de consangüinidade pelas inumeráveis uniões entre membros de nossas diferentes comunidades. Também um "projeto": a colonização dos "conquistadores", e hoje a constituição de uma América do Sul unida, soberana no político, diversa no étnico e solidária no social.
Se o povo do Brasil Sulista não constitui como isto como pacto e como projeto, não será Brasil Sulista independente politicamente nada, nem nada justificará a existência do estado, porque ou se levanta sobre o domínio de alguns sobre os demais ou se desintegra e atomiza em particularismos locais egoístas, ambos inaceitáveis para nós, nacional socialistas, a primeira por ser injusta e a segunda por ser desastrosa.

Pacto e Projeto baseado no sangue e no solo, isto é, na prévia aceitação do fato primário da entidade geográfica e de um conjunto antropológico, ambos ricos em matizes e características diferenciais européias.
Em resumo: o Brasil Sulista é para nós NS um conjunto pessoas guerreiras lutando por sua liberdade contra a usura, netos de pagãos e europeus em geral, e filhos da Romanidade e do Germanismo, irmãos e, portanto, parecidos, mas não iguais e que juntos vão nascendo e se desenvolvendo ao longo da epopéia da reconquista européia no sul do Brasil.

fonte:http://www.nuevorden.net/portugues/bc_14.html

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