segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A história dos líderes do terrorismo sionista-israelense

* Ytzhak Rabin ( 1922-1995). Nascido em Jerusalém de pais colonos sionistas. Em 1941, Rabin alistou-se na Palmaj, uma unidade do exército terrorista clandestino judeu de 1947 a 1948, quando o grupo foi envolvido em operações de limpeza étnica dos habitantes palestinos (segundo Benni Morris que documentou a expulsão dos cidadãos palestinos em Lod e Ramle, esta foi feita sob o comando de Rabin ). Famoso como ministro da Defesa israelense no final dos anos 80 por ordenar, como norma, a ” quebra de ossos” de manifestantes palestinos (a maioria crianças). Rabin disse uma vez que ” o processo de paz de Oslo é um novo instrumento para obter os objetivos tradicionais de Israel. Henry Kissinger disse: ” Pedi a Rabin para que fizesse concessões e ele me respondeu que não podia porque Israel era demasiado débil. Então lhe dei armas, e voltou a responder-me que não tinha porque fazer concessões porque Israel agora é forte (Findley’s Deliberate Deceptions p. 199). Ytzhak Rabin disse uma vez (no Knesset, parlamento ): ” Com todos seus erros, o Partido Trabalhista fez mais e continua sendo capaz de fazer mais. Nós nunca falamos sobre Jerusalém. Nós apenas fizemos ‘fait accompli’ . Fomos nós é que falamos de Jerusalém [ a parte anexada ]. Os americanos não disseram nada, porque construímos esses bairros de forma inteligente”.


* Ehud Barak. Nascido como Ehud Borg, filho de imigrantes da Europa Oriental na Palestina. Posteriormente adotou o nome hebreu de Barak. Começou seu treinamento e serviço militar em 1959. Foi membro de uma unidade de assassinatos secretos que vitimou a um bom número de líderes políticos palestinos no Líbano (por exemplo, Beirute 1976 ) e líderes da resistência nos territórios ocupados. Foi recompensado com promoções militares rápidas, sendo como o mais jovem chefe do exército da história israelense.
Ariel Sharon. Seu nome real é Arik Scheinerman. Nascido na Palestina durante a ocupação britânica em 1929, de pais imigrantes russos, colonos sionistas na Palestina. Em 1953 organizou a infame “Unidade 101″, semeando o terror ao longo das fronteiras da Palestina, aterrorizando a população civil palestina para obligá-la a fugir de seus lares e terras próximas às fronteiras. Em 14 de outubro de 1953, Sharon e sua unidade cometeram um massacre na aldea de Qibya (então sob direção jordaniana). Ben Gurion mentiu quando disse que o massacre foi cometido por enfurecidos granjeiros judeus (como se demonstrou com documentos posteriormente). Sessenta e nove civis palestinos foram assassinados (a maioria mulheres e crianças). Suas tropas, no princípio dos anos 70 foram encarregadas de “pacificar Gaza”. Impôs uma brutal política de repressão, dinamitando lares e derrubando campos de refugiados inteiros, impondo severos castigos coletivos e encarcerando centenas de cidadãos palestinos. Toda a zona foi transformada em uma prisão. Sharon foi o impulsionador do projeto dos assentamentos, da fundação do partido extremista Likud e um número indeterminado de “sucessos”. Foi o arquiteto da invasão do Líbano. Seus armados e financiados mercenários da Falange, sob suas ordens cometeram o massacre dos campos de refugiados palestinos de Sabra e Shatila. Atualmente está sendo investigado e processado por Crimes contra a Humanidade. Apesar disso, seus crimes continuam até hoje.




* Shimon Peres. Seu verdadeiro nome é Shimon Perski, e nasceu em 1923 em Vishnia, Polônia (agora Bielo-Rússia). Juntamente com seus pais, veio à Palestina em 1934 (sob mandato britânico ). Alistou-se no grupo terrorista clandestino judeu Haganah e serviu como chefe de seus recursos humanos em 1940. Foi o arquiteto do programa nuclear israelense. Nomeado em 1953 como diretor geral do Ministro da Defesa, imediatamente começou a desenvolver o setor nuclear. Nos anos 50 e final dos 60 Israel desenvolveu seu programa nuclear primário com a ajuda da França, mantendo a doutrina “ambígua” de Peres. Os EUA e GB, entre outros países, fizeram que não viram. Foi agraciado com o Prêmio Nobel da Paz pelos acordos de Oslo. O Comitê do Nobel recentemente assinou uma carta questionando o fato de havê-lo premiado com o Nobel da Paz (baseando-se em suas ações posteriores como membro do governo de Sharon).

 fonte:http://israelzionism.wordpress.com

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