domingo, 12 de maio de 2013

Deusas e mães

Venceremos através dos ventres de nossas mulheres!

Esta é a consigna do povo muçulmano. Assim e deste modo estão tomando pouco a pouco nosso território.

Eles têm claro seu objetivo e idéia além das ajudas que recebem, não só dos governos agradecidos por sua colaboração no aumento do índice de população traduzida em ajudas econômicas, os subsídios econômicos, bolsas de estudos, facilidades de todo tipo... Mas que também, as próprias mulheres Orientais com sua atitude estão favorecendo a extinção da raça ariana a favor da ocupação demográfica de outras etnias, com as idéias mais claras.

A mulher perdeu completamente, também o homem, o amor ao solo, à terra, à raça, ao sangue e à transmissão da cultura primordial e ancestral que nos é própria. Uma missão esquecida por completo pela mulher, a autêntica portadora e transmissora da língua (a língua materna, com a qual se pensa), do idioma, da linguagem organizadora da natureza do pensamento. A responsável da transmissão oral da cultura e da tradição do povo.

O filho sabe quem é sua mãe desde o ventre, uma vez nascido a reconhece nas batidas de seu coração, em seu cheiro, em sua voz..., Reconhece-la como mãe; mas como reconhece o seu pai? Porque é a mãe quem o ensina, quem o mostra, quem atribui esse papel ao homem que, junto com ela, o educará. Esse é o poder da mãe. A mãe educa, alimenta, consola e se preocupa por sua descendência. Luta por ela e a defende. É a Fêmea do mundo animal, a mulher loba.

A mãe é a deusa do lar, o mistério da vida e da criação. Na mãe se reúne todo o panteão de deusas mitológicas: as guerreiras, as sábias, as trabalhadoras, as sedutoras, as artísticas. São as CHEFES DA CASA, as Donas, as "MIdons" do amor cortês, onde se lhes tratavam como "Meu Senhor" em masculino.


Este valor, este sentido da MÃE-DEUSA, é o que se está perdendo na memória da mulher Oriental Européia, esse é um dos grandes males que nos traz danos, e essa é a luta das Mulheres Nacional Socialistas, revolucionárias e guerreiras valentes que nesta sociedade de úteros vazios e inabilitados, aburguesados e "apoltronados", se esforçam ou devem se esforçarem para se tornarem sagradas na dura e apaixonante missão de trazer crianças brancas que assegurem a existência de nossa raça na nossa Terra, ao solo que alimenta desde nossas raízes até nossa seiva, nosso sangue para crescer como os ramos da macieira de Idun e continuar dando os frutos da eternidade de nossa raça.

Recuperar o autêntico valor da mãe que se perde já na memória do século passado como os últimos referentes vivos da maternidade tradicional, é nossa missão, enobrecendo-la, tornando-la sagrada, não a submetendo à uma condição servil subjugada onde a maternidade se vive como maldição e castigo. Não permitamos que nossos pequenos se aletargüem (letargia: estado patológico observado em diversas afecções do sistema nervoso central caracterizado por um sono profundo e do qual só com dificuldade, e temporariamente, pode o paciente despertar) na linguagem ridícula dos desenhos animados televisivos, que aprendam a linguagem sagrada do pensamento de nossa voz, da magia da linguagem da mãe, da voz de nossos ancestrais com nossas histórias, nossos contos maravilhosos carregados de sabedoria e luz, sejamos nós as portadoras dessa luz e dessa sabedoria..., Sejamos mães, exerçamos nosso valor de deusas. 


Não é um castigo, é uma bênção, é uma HONRA e é para valentes guerreiras.

fonte:http://www.nuevorden.net/portugues/l_16.html

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