domingo, 11 de agosto de 2013

Os skinheads e a lei

Eu falei recentemente com dois bastante diferentes segmentos de nossa sociedade e quero compartilhar algumas das coisas que aprendi. Estes dois segmentos são os skinhead e as policiais. Estes dois grupos deveriam ter uma verdadeira simpatia um pelo outro já que experimentaram e aprenderam de primeira mão certas coisas a respeito da sociedade na qual vivemos que muitos de nós não temos feito. Mas percebi que na maioria das vezes eles têm muita pouca simpatia um pelo outro, na verdade se têm bastante antipatia. Vamos começar com os skinheads. Eles são jovens brancos, muitos deles na adolescência ou na faixa dos vinte anos, muitos deles de classe trabalhadora. Muitos deles têm tatuagens. Eles normalmente têm o cabelo muito curto. Muitos deles usam uma distintiva classe de calçados. Alguns também usam suspensórios. As tatuagens, cortes de cabelo, botas/coturnos e suspensórios são quase como um uniforme, uma espécie de insígnia de clube. No entanto, há muitas diferenças entre eles. Para alguns, ser um skinhead é uma espécie de hobby, uma atividade de tempo parcial. Para outros, é uma coisa séria de dedicação total.


O movimento skinhead começou na Inglaterra há 40 anos (em 1967) e já tinha se convertido numa moda entre alguns grupos de jovens trabalhadores que "barbeavam" a cabeça para impedir que seu cabelo se "emaranhasse" na maquinaria. Como as condições raciais, sociais e econômicas na Inglaterra estavam se deteriorando, estes jovens trabalhadores brancos se encontraram entre os mais afetados. Especificamente, por causa da política de portas abertas respaldada por judeus e liberais, muitas das cidades inglesas estavam sendo inundadas por imigrantes não-brancos da Ásia e do Caribe. O Governo na Inglaterra, exatamente da mesma forma que os governos dos países Ocidentais, esteve proporcionando moradias para estes não-brancos e lhes dando preferência nos aluguéis. Esta política causou com que a taxa de desemprego entre os jovens trabalhadores ingleses se elevasse. Os não-brancos também trouxeram o crime e um número de outros problemas sociais e culturais com eles. Como no resto dos países Ocidentais, teve um código do Politicamente Correto observado pelos controlados meios de comunicação e do governo.

Sob este código, os não-brancos nunca fariam nada de mal. Se houvesse um conflito entre Brancos e não-Brancos, os Brancos eram incriminados. Os jovens Brancos se sentiram abandonados por seu Governo. Com uma alta taxa de desemprego, muito limitadas as perspectivas de prosperar e a ruptura e a destruição de suas comunidades ancestrais, não viram nenhum futuro para si mesmos. Se agruparam e adotaram uma característica maneira de se vestir e de se arrumar que foi o seu modo de se manifestar e encontrar uma identidade. Eles eram jovens, Brancos, de classe trabalhadora e alienados. Eles foram os originais skinheads.


A cultura skinhead se difundiu pelos países Orientais por causa da mesma decadência social e racial e o mesmo abandono dos jovens Brancos de classe trabalhadora pelo governo e outras instituições. Em nossas grandes cidades com suas poderosas concentrações de não-Brancos, muitos jovens Brancos entraram para o movimento skinhead por uma questão de segurança. Como membros dos grupos skinhead, eles não se sentiam sós e indefesos. Além de seu desejo de se agrupar e encontrar um sentido de identidade (e algumas vezes de segurança) os skinheads não têm muito em comum com o que os controlados meios de comunicação nos fazem acreditar. Alguns grupos skinheads passam muito de seu tempo em brigas e "peleias" sem sentido. Outros levam uma vida normal e brigam só se são atacados.

Alguns skinheads tomam drogas, mas muitos não fazem isso. E enquanto muitos skinheads nos países Orientais não têm a consciência racial, nem sentido de identidade racial ou lealdade, um crescente número deles são conscientemente e inclusive abertamente pró-Brancos. Alguns destes se referem a si mesmos como skinheads White Power.

Uma atitude comum para muitos skinheads é um forte desgosto pelo governo e pela polícia. Em parte, isto é a conseqüência da reação da polícia às ilegalidades de muitos skinheads. A polícia não está inclinada a fazer distinções entre skinheads decentes e aqueles que se entretêm em brigas e "peleias". Quando a polícia vê tatuagens, cabeça rapada e botas Doc. Martens, vê problemas, e tende a tomar uma atitude muito hostil e agressiva com qualquer skinhead que encontre. Os skinheads que tentam permanecer fora dos problemas, se queixam desta presunção de culpabilidade. Eles se queixam que seus direitos são violados pela polícia só porque alguns skinheads realizam atos ilegais.

Além de assumir esta prejudicial reação da polícia contra eles, está a mais fundamental atitude dentre os skinheads que foram abandonados pelo resto da sociedade Branca e assim não se sentem inclinados a dar cega obediência e respeito às instituições dessa sociedade. Os skinheads situados em minoria nas cidades sabem no que se converteram as escolas públicas. Também sabem que a "massa" da sociedade faz questão de afirmar que tudo está bem. Com isso, há que falar dos controlados meios de comunicação a respeito de como os "standards" foram parar nas escolas, e a respeito dos grandes problemas nas quais a violência e a droga nas escolas se converteram, mas não há nenhuma menção da causa destes problemas, que é na verdade que as escolas não são majoritariamente Brancas. Ninguém mencionará o problema racial nas escolas, porque estão consternados de ser atacados pelos controlados meios de comunicação como racistas.

Pais Brancos ricos resolvem o problema enviando seus filhos e filhas para exclusivas escolas privadas. Pais de classe média solucionam os problemas se transladando dos subúrbios para que seus filhos vão às escolas a salvo (isto é Brancas). Os garotos Brancos da classe trabalhadora são abandonados a sua própria sorte. Ninguém se preocupa com eles. Eles vêem a hipocrisia e a covardia por parte de seus "maiores" e não tentam incrementar seu respeito pela autoridade, e ainda mais se essa autoridade está representada pela polícia ou por funcionários docentes, que sempre incriminam eles se há algum choque entre Brancos e Negros.


Os policiais, por outro lado, tentam manter a autoridade. As pessoas que escolhem ingressar na polícia tentam manter uma mais autoritária personalidade do que as pessoas comuns. Eles instintivamente se ofendem com as pessoas que não ficam agradadas em adotar as regras estabelecidas. Não gostam dos rebeldes. Não gostam dos não-conformistas.

Não gostam das pessoas com um diferente estilo de vida. E provavelmente este é o modo na qual deveriam fazer-lo (dentro de verdadeiros limites). A polícia depois de tudo tem o trabalho de proteger a sociedade. Nós queremos que ponham tudo de sua parte nisto.

O problema é que muitas das autoridades se converteram em corruptas. Algumas destas autoridades se converteram numa maior ameaça à sociedade do que os próprios criminosos. Darei um exemplo que se refere diretamente aos skinheads. Os judeus tanto na América como na Europa, onde o movimento skinhead se originou, viram esta corrente com temor e repugnância desde o princípio por causa de que estava além de seu controle. Não se tinha suposto que os jovens trabalhadores Brancos enfrentariam as políticas e os programas judeus que incitavam à destruição da sociedade Branca e normalmente à destruição da raça Branca. Tinham suposição que iam permanecer quietos.

Se supunha que se converteriam em Politicamente Corretos como muitos piás de classe média que saíam do colégio. Os judeus combateram o movimento skinhead em dois níveis. Primeiro, tentaram subverter-lo. Eles patrocinaram grupos como os Skinheads Against Racial Prejudice (Skinhead Contra o Preconceito Racial) mais conhecido pelo acrônimo SHARP. Eles incentivaram o uso das drogas entre os skinheads.

Eles patrocinaram as músicas rap e a mistura racial. À despeito destes esforços judeus de subversão, a consciência racial entre os skinheads continuou no auge. Então os judeus tentaram lavar o cérebro das pessoas contra os skinheads através dos controlados meios de comunicação. Eles produziram um crescente número de filmes de cinema e de TV que retratavam os skinheads como odiosos, depravados e perigosos. Pode ser que tenhas visto alguns destes filmes. Contêm a mesma classe de distorções e fraudes como os judeus têm feito durante décadas para converter os alemães da Segunda Guerra Mundial em odiosos e depravados. Ao mesmo tempo, organizações de propaganda judaicas, tais como a ADL (Anti-Defamation League), Klanwatch e o Centro Simon Wiesenthal começam a oferecer serviços aos departamentos de polícia como "experts" do qual gostam de chamar "crimes de ódio" e "grupos de ódio". Todas estas organizações judaicas de propaganda estão bem conectadas politicamente e assim eles podem ter acesso aos departamentos de polícia se revestindo com "um falso manto de autoridade". Eles oferecem seminários e programas de treinamento para a polícia, supostamente para lhes instruir a respeito dos perigos apresentados pelos skinheads e sensibilizar lhes a respeito das necessidades das minorias. O resultado de tudo isto é que a polícia obtém uma idéia muito prejudicial dos skinheads antes de que se encontre com algum deles. Junto com as muito reais ilegalidades e desordens das quais fazem parte muitos skinheads, este preconceito praticamente garante que a polícia e os skinheads se desprezem mutuamente. E isto é muito mal.

Isto é muito mal porque a polícia, como os skinheads, estão expostos todos os dias à sujeira e à degeneração que estão desenvolvendo na nossa sociedade. Muita gente de classe média são capazes de serem atraídas para o crime e, mais do que isto, a penosa realidade na qual os países Ocidentais tiveram se convertido neste esforço judaico por fazer de nós uma sociedade multi-cultural.

Eles sabem que há certas partes da cidade onde não devem ir depois que anoiteça, outras áreas onde seus carros são demolidos, inclusive à luz do dia, estarão em grave perigo. Eles aprendem as regras para a sobrevivência. Eles se transladam para os subúrbios. E eles rezam para que seus filhos não  caiam nas drogas. Rezam para que suas filhas não fiquem grávidas. E eles ignoram a sujeira. Afirmam que não existe. Não querem ser considerados racistas.

A maior parte sobrevive. E se a sujeira chega até a classe média normalmente são indivíduos isolados aos quais prejudica: uma família Branca que se vê arrastada na sujeira aqui, uma jovenzinha lá, um adolescente em alguma parte. O resto pode ir dizendo que não aconteceu nada, que tudo ainda está bem (pelo menos por enquanto). Mas a polícia sabe que as coisas não estão bem. Eles têm que cuidar da "sujeira" todos os dias. Eles não podem dizer que não existe. Sabem que só se pode evitar momentaneamente. Sabem que está crescendo e que eventualmente alcançará todos os lugares. Sabem que deve ser combatida e destruída ou destruirá a nós mesmos.

Os skinheads racialmente conscientes compreendem isto também. Os quais têm em comum com a polícia. E a hora agora já é bem tarde para que qualquer um dos segmentos de nossa gente que compreende isto se combata um com o outro. Precisamos permanecer juntos, todos nós, contra o inimigo comum. Sabemos que isto é fácil de dizer, mas muito difícil de levar à pratica. Está o problema da embriaguez e das ilegalidades de muitos skinheads. Nós não podemos desculpar as brigas, as peleias sem sentido, vandalismo ou consumo de drogas, inclusive se compreendemos as razões deste comportamento, inclusive se compreendemos que os skinheads estão alienados na sociedade pela qual esta se converteu.


O que nós temos que fazer é animar de toda forma possível o crescimento da porção racialmente consciente da comunidade skinhead. Temos que dar aos jovens outra vez seu sentido de identidade. Temos que lhes dar uma proposta e uma direção. Temos que ajudar eles a valorizar a auto-disciplina e viver limpos outra vez. Esta é uma das tarefas que a National Alliance impôs. Assim, é a racialmente consciente porção da comunidade skinhead à qual os judeus odeiam e temem. As organizações de propaganda judaicas não se preocupam nada quando os skinheads bebem e brigam entre si, mas eles se assustam mortalmente quando os skinheads encontram um sentido de identidade racial e uma proposta que lhes eleve trabalhando por um objetivo comum. E assim é especificamente a consciência racial skinhead contra a qual estas organizações judaicas como o B'nai n B'rith doutrinam e preparam a polícia.

Este doutrinamento policial é bastante absurdo, mas ele compõe todos os muitos casos de corrupção policial, as polícias que se comportam de uma forma hostil e agressiva para com os skinheads inclusive até o ponto de violar as leis próprias, porque eles sabem que os skinheads não gozam do favor da estrutura do poder político e dos controlados meios de comunicação, e estes policiais querem agradar seus superiores. Eu pude constatar casos onde a polícia prendeu jovens Brancos e lhes colocaram em grandes celas com criminosos Negros e de propósito incitaram à estes para atacar e sodomizar-los. Talvez a polícia acredita que eles receberão algum tipo de prêmio pelo multi-culturalismo da Bnai' n' Brith por tão atroz comportamento.

Assim nós temos um educacional trabalho que fazer tanto com nossas polícias como com os skinheads. E finalmente precisamos nos apartar tanto dos policiais corruptos como dos bêbados e tatuados brigalhões. Muitos de nós precisam se apartar daqueles que corromperam os policiais e de quem propiciou (intencionalmente propiciado) as condições sociais que roubaram de muitos de nossos jovens a esperança para o futuro e o orgulho da sua identidade, lhes conduzindo a adotar um anti-social e auto-destrutivo estilo de vida. Infelizmente, a National Alliance carece de meios nestes momentos para limpar nossos departamentos de polícia ou todos da nossa juventude. Também carecemos dos meios para impedir os judeus de continuar suas destrutivas políticas, mas podemos educar. Podemos continuar alcançando pelo menos a porção de nossa juventude que se converteu em racialmente consciente e está olhando na direção correta. E otimistamente podemos ajudar alguns de nossos incorruptíveis policiais a compreender que nem todo jovem "Politicamente Incorreto" é um "buscador-de-problemas".

Alguns me perguntaram: Por que se preocupa com os skinheads depois de tudo? Não seria melhor tentar influir nos piás que estão nas universidades? Depois de tudo, são os garotos que estão nas universidades que um dia estarão em posições de tomar decisões no sistema educacional, nos negócios, no exército, na indústria e inclusive nas agências do governo. Eles são quem precisamos influir agora. E, assim, estão no politicamente correto, pelo menos parcialmente. Os piás com tatuagens são arrojados fora do processo de tomar decisões. Se necessitará de uma evolução para mudar isto.

Precisamos influir nos garotos que estão nas universidades e estamos trabalhando nisso.

Mas quando comparo o universitário médio de hoje com o skinhead médio estou preocupado com duas coisas. A primeira é que muitos dos universitários Brancos não têm o mínimo contato com a realidade racial que os skinheads têm. O universitário médio não teve que combater fisicamente pela sua sobrevivência. Ou nunca foi ameaçado com uma faca por um criminoso não-Branco ou golpeado por um grupo de não-Brancos. Nunca lhe lançaram gás lacrimogêneo ou foi golpeado com um cacetete.

Nunca esteve na prisão. Sua compreensão do problema racial é só teórico. Sua compreensão da corrupção de nossa sociedade e do nosso governo é só teórico.

Precisamos de gente que compreenda desde uma experiência pessoal como está mal o país, que compreenda quão perigosa é a situação. Gente que aprendeu como odiar o mal desde o fundo de seu ser e que fará tudo o que seja necessário para destruir o mal antes que este nos destrua. A segunda coisa que me preocupa é os poucos estudantes relativamente Brancos em nossas universidades que são verdadeiramente masculinos em seu caráter. Temos muitos fracotes e chorões. Muitos tímidos. Muitos mansos. Certamente nem todos os universitários Brancos são chorões, mas muitos são e nesse meio termo, não se pode comparar, neste aspecto, com os skinheads. Se os países Ocidentais são salvos, se nossa gente é salva, precisamos de homens e de mulheres que sejam inteligentes, educados e disciplinados, mas também precisamos de homens e de mulheres que sejam tenazes, duros e valentes. Precisamos dos melhores estudantes universitários, dos melhores professores universitários, dos melhores policiais e precisamos dos melhores skinheads. Precisamos da melhor gente de cada setor da sociedade Branca, permanecendo juntos e lutando juntos se qualquer um de nós quiser ter um futuro.

fonte:http://www.nuevorden.net/portugues/g_01.html
 

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