terça-feira, 10 de dezembro de 2013

O lugar e a arquitetura Nacional Socialista

Fragmentos de: Hitler m\'a dit

de Hermann Rauschning,

Libraire somogy,

Paris 1945


A arquitetura monumental

Com minha nova arquitetura dou ao povo a prova direta de minha vontade de transformar tudo. Esta vontade se translada dos edifícios para os homens. Nossa arquitetura é a escala de nosso caráter: existe uma correspondência entre o homem e os lugares nos quais passam sua vida, realizam seu trabalho ou gozam de seu descanso. Na grandeza e pureza de nossas construções o povo pode medir o alcance de nossos propósitos e metas. Não poderia cometer um erro tão grande como o de começar pelas cidades e pelas casas trabalhadoras. Tudo isso virá depois. Se sabe. Um governo marxista ou burguês poderia se contentar com isso, mas só um partido como o nosso seria capaz de restituir a liberdade e grandeza à mais nobre de todas as artes. Desde a época das catedrais somos os primeiros em oferecer aos artistas tarefas tão grandes e audazes. Para eles já não se trata de construir casas privadas, vilas ou chalés, mas de fazer surgir do solo os trabalhos mais vastos que tenham sido levantados desde o Egito ou da Babilônia. Criamos os monumentos sagrados, os símbolos sagrados de mármore de uma nova civilização. Devo começar por aqui para marcar com um sinal indestrutível meu povo e minha época.



Uma moradia sã

Construir a modesta moradia do camponês, do trabalhador, do burguês ativo, chegou a ser o problema favorito de todos os responsáveis da nova Alemanha. As gerações poderosas, convictas de que a soma do bem pode mais que o mal no mundo, devem ser o resultado destes esforços de construir moradias sãs e simples. Uma clara organização, grande limpeza, boa estruturação, são os elementos que contribuirão para formar as gerações futuras desde sua primeira juventude. Nosso desejo seria que todos pudessem gozar das conquistas da arquitetura moderna. Mas as somas das quais se dispõe para financiar a construção de moradias médias são sempre restringidas; trata-se de tirar todo o proveito possível de todas as nossas possibilidades técnicas, depois de nós termos dado conta que isto é absolutamente necessário. Desta maneira poderemos alcançar o ideal que nos faz ter consciência de nossos deveres sociais e da nova idéia da estrutura de um povo vigoroso. Conseqüentemente, se fizeram grandes esforços neste sentido durante as últimas dezenas de anos. Tomando como ponto de partida o importante trabalho de reforma do deutscher werkbund, os arquitetos, os artesãos, os construtores e, sobretudo, as grandes organizações do Estado que se ocupam dos problemas de moradia, manifestam todas as suas energias a fim de criar, para cada um (o que quer dizer a um preço muito moderado) a moradia e os móveis mobiliários dos quais se necessitam. O fato de que se tenha podido realizar na Alemanha, uma exposição de casas de campo que custava cada uma menos de 500 rm (ReichMarks) prova que o êxito coroou estes esforços. Também quanto à construção de casas, desde a grande guerra e, sobretudo, desde o restabelecimento político atual, se alcançou o máximo de renda e economia. Ao mesmo tempo a imprensa, sobretudo, assume a tarefa de criar o gosto de todos os membros da comunidade. Vemos que se filtra o gosto, que se desenvolve o sentido da forma, o da solidez técnica e do emprego útil das matérias-primas. Finalmente, queremos fazer compreender a cada um o que corresponde realmente suas idéias, ao limite de seus meios e das suas verdadeiras necessidades.




Uma moradia moderna inspirada no campo

Hoje estamos convictos da grande importância da terra natal. Portanto não deve surpreender que inclusive nas casas urbanas de melhor gosto encontremos um aspecto rural. Ao mesmo tempo, sente-se a influência do caráter que inspira a região ao redor. Além disso, há duas coisas que confirmam esse caráter rural: por um lado, o respeito sempre maior que se tem pelo velho artesão alemão, sua energia produtiva, sua força e sua modéstia, e por outro, este espírito esportivo e militar da nova Alemanha que renega tudo aquilo que não é simples, poderoso e útil. Cada um dos fatores que terminamos de mencionar tem (não poderíamos desconhecer-lo) sua importância particular. A contribuição da Alemanha aos problemas que apresenta a moradia moderna na Europa, é, portanto, uma síntese destas idéias morais. Esta síntese emana dos objetos e dos espaços que provam a honestidade e os sentimentos que não têm nada de falso.




Um ambiente íntimo

O lar tem chegado a ser o santo lar doméstico, já que se reconhece de novo à família como o órgão reprodutor da nação. Apesar das diferenças políticas atuais do exterior, a casa é o lugar doce e tranqüilo que representa o ambiente de intimidade pessoal, graças ao dom que possui a mulher alemã para cuidar deste ambiente e nele criar seus filhos (sem esquecer do pai de família), graças também ao esforço do arquiteto e do artesão. Tanto pela escolha certa das proporções e das cores, como pela distribuição certa das habitações, de maneira que sejam aptas para receber os raios do sol. Sim, o arquiteto criou moradias que poderiam servir de ambiente para uma vida familiar mais feliz. Por seu lado, os marceneiros se encarregaram de proporcionar o mobiliário capaz de aumentar o conforto, dando a vida e o calor necessário às habitações para que atingissem assim grande comodidade. Não se trata de estar situado os móveis em uma sala, como se o faria em um ambiente, mas de dar a possibilidade à pessoa que a habitasse de se sentir bem nela. Nosso lar se converte assim em um ambiente que nos rodeia. Entre ele e nós há uma determinada reciprocidade. Nos é útil e bem-vindo. Ao mesmo tempo, representa as boas qualidades dos quais o habitaram.


fonte:http://www.nuevorden.net/portugues/ec_01.html

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